Contrariando toda a sorte e ovos no telhado, choveu a tarde toda. Mas isso não atrapalhou as meninas que chegaram antes para botar a fofoca em dia e tirar fotos divertidíssimas. Pirei com o molejo da Pri, a descontração da Ana, a super companheira Vivi, a lindeza da Camila, e de como elas fazem bem a minha amiga. Tirando as pedras de gelo na piscina (pagou tem que usar) que estava dando convulsões (ou será que é porque ri demais...) conhecê-las foi muito gratificante.
Tanto que perdi a hora. Tinha chegado 10h da manhã e quando vi já era 7h da noite. Só deu tempo de acompanhar o Daniel ao shopping para comprar um presente pra Amanda. Foi engraçado a perseverança da vendedora que queria nos convencer de que o perfume tinha que ter o cheiro que ELE gostava, afinal ele quem ia cheirar e a gente em contrapartida falando para ela que corria um risco de arranjar um namorado - que não fosse ele - usando o perfume novo.
Tomei um banho rapidex e já estava pronta para o segundo round. Para minha surpresa todos os convidados compareceram. As mesas estavam lotadas, uma fartura de comidas variadas (que vai durar para os próximos 3 meses), bebidas á vontade, jogo de luzes e um som tão potente que foi preciso convidar os vizinhos para não haver reclamação.
Não demorou muito o grupo que faz aula de dança com ela logo deu o primeiro show. Era tudo tão bonito que resolvi ficar a noite inteira, ali, de pé, só admirando. Tudo bem que ninguém teve dó de mim e me tirou para dançar, mas eu entendo. Estavam tão conectados que não tinha muito espaço para amadores.
O Daniel, meu melhor amigo desde sempre, foi quem me fez companhia. Rimos muito, falamos dos outros (como de costume), falamos de nós mesmos, mas vira e mexe a Amanda vinha ficar com a gente. Mesmo sendo a aniversariante ela conseguiu se divertir e dar atenção para todo mundo ao mesmo tempo (tarefa hiper difícil nessas ocasiões).
Depois de cortar o bolo, abrimos os presentes. Queria tudoooo. Muito bom gosto, muito a cara dela. E como previámos mas não queríamos acreditar, o tempo passou rápido demais. Rápido como os momentos que a gente não quer que acabe nunca mais. Suficiente para se tornar inesquecível.



















