sexta-feira, 13 de janeiro de 2012

Joga fora no meu lixo: la plaja

Se você ainda está na praia, sabe do que estou falando. Não tem nada melhor pra se proteger e ainda fazer a linha do que usar e abusar de um bom chapéu panamá. Esse é da Tica (a menina não fez moda só por acidente). E olha como casou certinho com o vestido fresco, estilo navy.

Você já ouviu milhões de vezes que as gordinhas não devem se dar ao luxo de vestir listras horizontais. Mas para quem assumiu sua gostosura, isso é o de menos. O detalhe da renda nas costas complementa o visual: leve, linda e solta.

Para pisar na areia, uma Havaianas branca ou descalça mesmo. Só curtindo o momento.

Eu amei, e vocês?






Look do dia: fazendo a festa





Minha titia Cibele foi a responsável pela decoração do Natal e também por trazer beleza e brilho a este momento maravilhoso da família toda reunida.
Como passamos na chácara do tio Chico, ela usou uma saia comprida jeans e deixou a sofisticação para blusa preta de paêtes.
Linda demais, né? O cabelo novo arrasou também.











Jantar com os amigos

Que falta de educação. Nem perguntei como foi o final de ano de vocês. Bem, o meu? Foi ótimo. Revi amigos queridos em um churras e um jantar gostosinho. Ficou só a sensação de quero mais.







Um obrigado especial a Carolzinha com as portas, os braços e o coração sempre aberto.

Deixe seu recado após o sinal

Quando eu entro em um avião, principalmente sozinha com meus pensamentos, eu decolo alto. E apesar das turbulências, que parecem ser um impencilho para testar minha paciência e persistência, eu chego no destino sã e salva.

Foi assim ontem, quando eu pensava que naquele momento era pra eu estar numa sala de cirurgia mas ao invez disso estava "fugindo" para São Paulo em busca da minha velha e conhecida rotina. Eu estar mais perto do céu me influenciou a pensar em coisas como: "Deus escreve certo por linhas tortas" ou "Tudo tem a sua hora".

Se eu estivesse ficado e no meio da cirurgia me faltasse o ar? Como eu poderia reagir com uma anestesia geral?
Quanta ansiedade eu teria no próximo mês, estando de cama, tendo que conviver com o término da construção da casa da minha irmã versus o caos instalado do fim do mundo?

Impelida a conviver apenas comigo mesma, abri mão de 2 semanas de férias para oxigenar um pouco o cérebro antes de precisar fazer isso através de aparelhos. Criar é o melhor remédio. Trabalhar, a grande maneira de prevenir.

Afinal, cabeça vazia (mesmo nos tempos de hoje) continua sendo a oficina do diabo. E este cara fanfarrão sabe como esgotar com nossas energias. Esses dias me disseram que ele virou dono de todos hospitais da cidade. Ao menos, todos que frequentei nestas últimas semanas.