quarta-feira, 18 de janeiro de 2012

Glee

Passo meus almoços aqui na agência. Fecho as janelas da sala de reunião, me sento no chão e com os controles à mão embarco no maravilhoso mundo de Ellen.

Às vezes, fico só zappeando. Em outras, me perco em grandes descobertas, como o Glee.
Uma série de televisão musical comédia-drama que vai ao ar na Fox nos Estados Unidos. Centra-se no Clube Glee, o coral da escola, chamado de "Novas Direções" competindo no circuito de show coirs, enquanto os seus membros lidam com situações de relacionamento e questões sociais. Traduzindo: é um programa propriamente adolescente (losers mal resolvidos), de atores altamente geniais, que cantam muitoooooooooo, e me dão altas lições de moral, fazendo do meu dia muito mais especial.

Meu irmão compreendeu minha loucura e me emprestou (deixou de herança) as 2 primeiras temporadas. Eu assisti seguidos, um atrás do outro, sem parar para comer ou ir ao banheiro (tô de zubas, rsrs), mas o que quero dizer é que sou uma entre todas as milhares de fãs zerinhos.

Para falar que não estou exagerando (talvez só um pouquinho) olha eles concorrendo este super prêmio do Golden Globe Awards.






Cáritas, apenas cáritas

Não existe amor maior neste mundo. Pelo menos, eu ainda não experimentei.

Como filha, me sinto privilegiada de tê-la como meu melhor exemplo e escolhido para cuidar de mim (nesta e em todas as outras vidas - que fique registrado aí em cima).

Porque para ser mãe não basta apenas ter nascido mulher. Para ser mãe é preciso merecimento.

Merecer as noites perdidas em claro quando o bebê precisa de proteção, o adolescente demanda preocupação ou o filho crescido requer atenção.

Merecer o eterno desasossego de não saber qual será o próximo momento que ele irá chamar pelo seu nome.

Merecer MAIS confiança, MAIS respeito, MAIS carinho, MAIS reconhecimento, por ter escolhido um caminho nem sempre de delícias, mas também com muitas dores.

Mas além disso, é preciso saber quando (sem peso na conciência) deixar de ser mãe para ser mulher, menina, criança, mágica.

Hoje, mamãezinha, gostaria de colocar sua cabeça em meu colo, ao menos por um segundo, e fazer cafuné até você adormecer. Hoje, eu gostaria de ter as palavras certas para aquietar o seu coração e cantar baixinho em seu ouvido as canções que você me ensinou. Hoje, mamy linda, gostaria que fosse você a minha filha e eu pudesse dizer do quanto me orgulho das coisas magnificas que você faz e da mulher incrível que você se tornou.

Gostaria de lhe dar muito além do que as minhas palavras, mas o quê fazer se meu coração já é seu?

Feliz Aniversário pra sempre. Obrigada por existir.