quinta-feira, 10 de março de 2011

Comilanças

Já que é hora do almoço e estou aqui comendo o charuto que minha sogrita fez especialmente para me recepcionar na volta a São Paulo, este post vai para recordar o motivo pelo qual eu devo ter engordado uns 2 quilos nestes últimos dias.

Sorriso da Dadá (pelourinho) - Lugar quente mas bemmmm típico. Comida para estrangeiros, mas você pede uma pimentinha esperta que fica tudo resolvido. Lá, provamos uma moqueca de polvo. Bem exótico para meu paladar. Maridão amou. Se coubesse eu iria atacar o prato da Camila, um escondidinho de carne seca incrível, mas infelizmente já estávamos bem satisfeitos.

Restaurante Iemanjá - O nego pediu frutos do mar e eu pedi camarão tentação. O meu era uma mistura de maçã e dendê. De novo, fiquei de olho no prato do lado. Tudo muito apetitoso. O lugar era maior, consequentemente menor o calor. E fomos milhões de vezes melhor atendidos. Apesar do ritmo ser mesmo bemmm lento, não adiantava reclamar.

Restaurante do Hotel - demora, demora, demora... camarão com molho branco. Valeu esperar. O aspecto não era dos melhores, mas o sabor sim. E para mim isso que mais importa.

Sorvetinho de sobremesa na Ribeira, o mais típico de Salvador. Eu ataquei de morango e milho verde. Os mais ousados de mangaba e cajá.

Depois eu não entendia porque no camarote não cabia nada. Ficava olhando as delícias de coxinhas, crepes, pizzas, acarajés, empadas, rosbife, sorvete, bomba de chocolate. Tanta coisa, mas eu só queria saber de curtir as 3 músicas que podia quando passava o trio da Ivete e da Daniela Mercury.

Sem falar que na volta do camarote para o quarto do hotel sempre éramos recepcionados com 2 cocos e algumas frutas da época. Mas o sono era maior.


Observação: a média de cada prato era de 70 a 100 reais. Nada barato.















Um comentário:

van disse...

Sacanagem ver esse monte de comida delícia sem ter almoçado! kkkkk

NHAM NHAM! kkkk